postagem escrita especialmente para o blog: http://www.finaldestination.blogger.com.br Eu nunca neguei meu fascínio por Hollywood. Sim, não vou dizer por cinema pois existem aqueles que se auto denominam cults e só assistem filmes não-comerciais. O meu negócio são produções megalomaníacas, atores famosos e filmes rentáveis e nem sempre exatamente de bom gosto.
Desde que assisti ao primeiro Pânico (Scream) passei a curtir filmes de suspense, mas o primeiro Premonição (Final Destination) foi o que mais me encantou. A idéia de ter a morte como vilão do filme era extremamente cativante. No bad guys, nada de armas, nada de arapucas. A morte simplesmente tinha um plano ao qual era impossível escapar. O deslumbramento foi tanto que quando resolvi criar um blog – com a idéia inicial de escrever sobre cinema – não pensei duas vezes antes de batizá-lo em homenagem ao filme. Era o Destino Final entrando na minha vida.
Assisti as continuações sem criticar. Era sempre a mesma historia, nada de inovador, e a graça já não era a mesma. Mas a expectativa de que algum Final Destination fosse superar o primeiro ainda existia.
Não só não superou como o ultimo filme – Final Destination 4 : 3D acabou com uma linda relação de afeição pela franquia.
A história é a mesma mais com efeitos de parques de diversão. Pregos e chaves de fenda que voam na sua direção e cenas que infelizmente não assustam, muito pelo contrário. Ao ver um corpo com as tripas de fora caído no chão após ser atingido por um pneu de carro de corrida voador a audiência toda caí na gargalhada. O quê de filme trash faz com que você se arrependa de ter pago um valor acima do normal (mesmo que meia entrada) para assistir em 3D.
Durante uma corrida de carros a lá Stock Car o protagonista tem uma premonição, a confusão que se segue após ele tentar tirar os amigos do lugar acaba retirando também outras pessoas, alheias a realidade dele, da mira dos planos traçados pela morte. Quando ele descobre que pessoas que se salvaram começam a morrer na ordem em que ele previu sente-se na obrigação de tentar impedir que os outros acabem com o mesmo destino. Ou seja, a mesma ladainha de sempre com direito a pesquisadas no Google que remetem a historia do primeiro filme (da mesma forma que aconteceu no FD3) para justificar a seus amigos que “isso já aconteceu”. E já aconteceu mesmo, Hollywood, por favor, sem mais premonições, ok?
E o pior, todas as mortes acontecem assim de uma hora para outra, quase sem interrupções ou desenvolvimento. Em menos de 1h30 todas as vitimas fugitivas encontram seu fim.
E eu nunca achei que fosse dizer isso, mas, não perca seu precioso tempo. Vá assistir Alvin e os esquilos 2. Deve ser um programa muito melhor.
2 comentários:
eu li mas estou com preguica de comentar. que pessimo leitor que eu sou =)
Legal a ideia desse blog, mana!
Tá escrevendo bem, parabéns!
Agora falta arranjar patrocinadores!
Uma alternativa interessante para caso a nossa fábrica de panelas não venha a dar certo!
Beijos e Sucesso!
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