
O príncipe dos ladrões está de volta às telonas. Vai-se Kevin Costner (eterno Guarda-Costas), entra Russell Crowe (eterno Gladiador). A versão de Ridley Scott, diferente da versão de 1991, mostra a atuação de Robin de Locksley nas Cruzadas e o seu retorno, após a morte de Ricardo Coração de Leão, à cidade de Notthingham.
Lidando com problemas em descobrir as suas origens, Robin chega à casa de Walter Loxley, o senhor cego (se vocês bem se lembram da primeira versão) que pede um favor a Robin. É na casa de Walter que também mora a batalhadora Marion, ansiosa pelo retorno do seu marido, que também lutava as Cruzadas criadas pelo Coração de Leão. O vilão, não é mais o Xerife de Notthingham, e sim, o melhor amigo do Rei da Inglaterra, juntamente com os franceses.
Robin Hood de Ridley tem a pretensão de contar como Robin se tornou o fora da lei que roubava dos ricos para dar aos pobres. E pode desapontar alguns fãs da versão de 1991 que buscavam uma nova roupagem à velha história por vezes reprisada na Sessão da Tarde. Mas os efeitos especiais, ah, esses não deixam a desejar. Bem como os enquadramentos do arco e flecha de Hood.
De uma forma geral, o filme convence. Seja pelas batalhas épicas em terreno aberto ou nas motivações que o levaram a ser o príncipe dos ladrões. Mas peca muito, em se tratando da química de Russell e Cate Blanchet. As cenas mais românticas alias, são completamente dispensáveis. E sim, esse texto foi escrito por uma menina.
Um comentário:
Gostei do texto Leila, é bom ir ao cinema sem enooormes expectativas para depois sair frustrada!
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